<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932</id><updated>2011-04-21T21:45:09.897-07:00</updated><title type='text'>Bio&amp;Geo - Ana</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-4554299372038122621</id><published>2007-06-08T08:44:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T07:02:01.854-07:00</updated><title type='text'>Aquíferos &amp; contaminações</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cunolatina.com.br/university/contaminacao.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://www.cunolatina.com.br/university/contaminacao.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Para além de muitas contaminações possíveis como podemos ver na figura (um conselho, para verem melhor a imagem carreguem nela que vai dar maior no site d onde a tirei). Escolhi uma possível contaminação que se passa perto de Fafe e que tem um plano de minimização de riscos. A ligação ao IP3 do Sublanço Ribeira de Pena – IP 3 (Vila Pouca de Aguiar), que passa por Fafe (A7 / IC5 / IC25 * FAFE – IP3) apresenta certos riscos, ao nível da contaminação e da redução da qualidade das águas subterrâneas (aquíferos). No entanto foram apresentadas algumas recomendações e estudos para minimização do impacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo de Minimização dos Impactes na Qualidade da Água pretende avaliar os impactes sobre os recursos hídricos, em particular nas águas subterrâneas. O estudo compreende a análise da estimativa do acréscimo de poluentes nos cursos de água, derivados das águas de escorrência da plataforma, tendo em consideração as características do Projecto de Drenagem, bem como a identificação das zonas hídricas mais sensíveis à poluição. Foi ainda efectuado um levantamento dos pontos de água e foram propostas medidas de minimização. O estudo realizado permitiu concluir que as águas de escorrência da estrada estão a sere encaminhadas para zonas menos sensíveis e que nenhuma descarga será efectuada para as redes de rega, tal como solicitado na DIA (Declaração de Impacto Ambiental).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fontes: http://www.iambiente.pt/IPAMB_DPP/docs/SE165.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-4554299372038122621?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/4554299372038122621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=4554299372038122621' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/4554299372038122621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/4554299372038122621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/aquferos-contaminaes.html' title='Aquíferos &amp; contaminações'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-1159337861160569362</id><published>2007-06-08T08:42:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T12:02:34.501-07:00</updated><title type='text'>Motivo de orgulho =D</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmr5Obm4CEI/AAAAAAAAACQ/_OWoYQTCNJg/s1600-h/BXK14384_vitoria800j.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmr5Obm4CEI/AAAAAAAAACQ/_OWoYQTCNJg/s200/BXK14384_vitoria800j.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074141956510582850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Temos um motivo de orgulho nos Açores que esperemos que daqui a pouco tempo se possa dizer o mesmo em relaçao a todo o Portugal, quem sabe, o mundo. Deixo aqui uma notícia muito interessante que mostra que pelos vistos as energias renováveis "dão frutos" (sem veneno) e temos de saber colhê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de metade da electricidade de S. Miguel é renovável!&lt;br /&gt;Com o crescimento da produção geotérmica e hídrica nos últimos tempos, etade da electricidade consumida em S. Miguel é de tipo renovável. &lt;br /&gt;Entre os primeiros meses de 2006 e de 2007, a produção de electricidade nos Açores demonstrou uma mudança bastante acentuada no tipo de produção, com uma redução significativa da energia produzida com fuelóleo de 76,1% em 2006 para 62,6% este ano. O gasóleo, que é menos significativo, teve uma redução inferior, de 7,3% para 7%. Mesmo assim, estaremos perante uma redução significativa ao nível das emissões de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;A grande responsável por esta redução é a produção geotérmica, que neste período passou de 9,5% do total de energia produzida para 22,7%. Neste momento, a energia geotérmica representa 42,8% do total produzido na ilha de São Miguel, a única da Região onde ela existe. Segundo nota da EDA, este acréscimo deve-se à entrada em exploração da nova central geotérmica do Pico Vermelho, em Outubro de 2006.&lt;br /&gt;Ao nível das energias renováveis, não é a única que cresceu com algum significado: a produção hídrica passou de 4,6% para 5,3%, um crescimento de 20,4%. Já a produção eólica ficou-se por uma redução de 0,1 pontos, situando-se neste momento em apenas 2,4% da produção total. Estes dois tipos de energia passam a representar, neste período, 9% da produção total.&lt;br /&gt;Mas no caso de S. Miguel, quando se junta a energia geotérmica com a hídrica, o total é já de 51,6%, ou seja, metade da electricidade produzida já é de origem renovável. Aliás, como a energia eólica não tem qualquer expressão na ilha, é de prever que qualquer central que se instalasse cá facilmente faria a produção de renováveis ultrapassar a fasquia dos 60%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:www.da.online.pt 22/05/07&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-1159337861160569362?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/1159337861160569362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=1159337861160569362' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1159337861160569362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1159337861160569362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/motivo-de-orgulho-d_08.html' title='Motivo de orgulho =D'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmr5Obm4CEI/AAAAAAAAACQ/_OWoYQTCNJg/s72-c/BXK14384_vitoria800j.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-1676708704773149428</id><published>2007-06-07T12:33:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T07:07:52.200-07:00</updated><title type='text'>Fafe... o mestre do vento</title><content type='html'>&lt;a href="http://ciberia.aeiou.pt/users/0/13/b49cc803e16f8e4dc63cffc6e257c807.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://ciberia.aeiou.pt/users/0/13/b49cc803e16f8e4dc63cffc6e257c807.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Parque Eólico de Fafe, o maior do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal de Negócios adianta que, de acordo com um comunicado do Ministério da Economia, o parque tem uma potência de 80 megawatts (MW) e representa 10 por cento da potência total instalada em energia eólica. Ou seja, trata-se do maior parque do país, instalado até ao momento.&lt;br /&gt;De salientar que a produção anual de energia estimada é de 180 gigawatts (GWh), representando o dobro do consumo em baixa tensão do concelho de Fafe e 40 por cento superior ao consumo total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo português iniciou o concurso para a atribuição de mais potência eólica em Portugal. No total, serão atribuídos 1.700 MW, 1.500 dos quais em duas etapas e exclusivamente dedicados aos «clusters». Independentemente do número de propostas que surjam, serão atribuídas licenças para apenas dois «clusters» em tranches de 1.000 MW e 500 MW, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento tem vindo a tornar-se uma óptima fonte de energia primária para a produção de electricidade, apresentando custos externos e sociais muito baixos. Aliás, prevê-se mesmo que, a curto prazo, entre 2006 e 2010, a energia eólica possa competir com a produzida a partir dos combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:publicado por Int em 22/09/05 - 20:37 (fonte:ciberia)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-1676708704773149428?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/1676708704773149428/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=1676708704773149428' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1676708704773149428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1676708704773149428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/fafe-o-mestre-do-vento.html' title='Fafe... o mestre do vento'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-1878450196730985678</id><published>2007-06-07T12:24:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T07:37:35.220-07:00</updated><title type='text'>Porque sou contra uma central nuclear em Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/84/Cofrentes_nuclear_power_plant_cooling_towers.jpg/250px-Cofrentes_nuclear_power_plant_cooling_towers.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/84/Cofrentes_nuclear_power_plant_cooling_towers.jpg/250px-Cofrentes_nuclear_power_plant_cooling_towers.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;. Energias Renováveis - Portugal tem uma localização priveligiada para a exploração das energias renováveis. A hídrica vai andando mas a das marés nem por isso, e há que investir no que dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Portugal só precisa de 20 % da energia nuclear - a energia nuclear só fornece energia eléctrica, pelo que, a dependência dos combustíveis fósseis não se extinguirá e, pelo que, Portugal só nessecitará de 20 % dessa energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A energia nuclear é muita mais cara, ao contrário do que muitas pessoas pensam a energia nuclear será mais cara, cerca de 10/12 cent, sendo apenas ultrapassada pelos paineis fotovoltaicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Produção limpa ????- Embora esteja de acordo com o Protocolo de Quioto, não é totalmente limpa, no que toca à exploração de urânio e ao seu transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Abastecimento comprometido- Portugal fica sujeito a bloqueios como o que aconteceu com a Rússia que cortou o gás (aquilo que o professor contou na aula).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Dependência da tecnologia importada- Portugal não possui tecnologia e técnicos que possam fazer funcionar a central sem grandes riscos, pelo que vai ter de importar e, como tal, depender. Ou seja, a dependência continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Europa aposta cada vez menos nas centrais nucleares- A Espanha não se sente entusiasta com as centrais e pretende reduzir ao máximo. As únicas centrais que estão a ser construídas são da Finlândia e da Roménia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Longevidade dos resíduos- Ainda não se sabe o que s há-de fazer aos resíduos e acho uma irresponsabilidade e uma injustiça muito grande deixarmos esta cruel dívida ao nosso futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Longevidade do urânio- O urânio não durará mais que algumas dezenas de anos, portanto não vale a pena investir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Riscos associados ao transporte e armazenamento dos resíduos nucleares- Os resíduos são muito perigosos, o transporte é um risco e a produção de energia em si pode se tornar num pesadelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Tempo de construção- O tempo de construção de uma central nuclear em Portugal durará cerca de 15 anos pelo que acho inútil darmo-nos a esse trabalho, é muito melhor investir em energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Custo de desmantelamento das centrais- O desmantelamento além de ser perigoso é caro, assim como a deposição dos resíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Secretismo e estímulo ao militarismo- Evidentemente o enriquecimento de urânio pode levar tanto á produção de energia comoá produção de armas, e isso levaria a uma corrida ao armamento, porque se o meu inimigo tem uma arma dessas eu também tenho de ter  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Terrorismo- Há uma certa probabilidade de ser atractiva para os terroristas, já tivemos o caso da Inglaterra, em que se descobriu que estava a ser planeado um ataque á central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Problema da localização- A localização de uma central deve ser num local com muita água e com segurança a n´vel geológico. Ora acho que vai ser uma tarefa difícil para escolher o lugar. Embora já tenha ouvido rumores da possível localização ser aqui em Fafe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org.br/showimage2.php?content_id=586"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://www.greenpeace.org.br/showimage2.php?content_id=586" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fontes: Trabalho de filosofia de Ana Teresa, Ana Margarida e Sandra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-1878450196730985678?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/1878450196730985678/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=1878450196730985678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1878450196730985678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1878450196730985678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/porque-sou-contra-uma-central-nuclear.html' title='Porque sou contra uma central nuclear em Portugal'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-1383980014851414207</id><published>2007-06-06T23:23:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T07:37:57.053-07:00</updated><title type='text'>Equador lança campanha para manter reserva de petróleo inexplorada!!</title><content type='html'>Trouxe para aqui uma notícia que mostra que o petróleo já não é solução e que cada vez menos o será. &lt;br /&gt; O governo do Equador lançou uma campanha internacional para conseguir recursos com o objetivo de manter inexplorado o petróleo da reserva Yasuní, na Amazônia equatoriana, e declará-la reserva mundial do meio-ambiente.&lt;br /&gt;   "Nossa primeira opção é deixar o petróleo em terra, mas se não for possível, exploraremos ele com tecnologias de ponta e minimizando os impactos ambientais", disse Correa em um ato realizado na noite de ontem durante o lançamento da campanha "Manter o petróleo em terra, um desafio para o Equador e o mundo". &lt;br /&gt;    Além disso Correa afirmou que "o mundo deve saber que o Equador fará um imenso sacrifício para deixar seu petróleo em terra, estamos dispostos a assumir o sacrifício e o custo".&lt;br /&gt;    A iniciativa, inédita em 40 anos desde o início da exploração petrolífera no país, busca deixar intacto o petróleo do bloco ITT (Ishpingo, Tambocoha, Tiputini), localizado no Parque Nacional Yasuní, considerada uma das zonas de maior biodiversidade do mundo. &lt;br /&gt;    O Parque Nacional Yasuní, com uma área de 980 mil hectares, foi declarada pela Unesco, reserva mundial de meio-ambiente em 1989, pois abriga quase 40% dos mamíferos e 44% das aves de toda a Amazônia. Na reserva vivem, também, voluntariamente, os povos indígenas.&lt;br /&gt;   "Não nos pagam pelo oxigênio de Yasuní, desfrutamos desse bem sem pagar. O oxigênio é um bem público", disse o presidente e acrescentou que por esse motivo se espera que pelo menos o Equador seja compensado por não explorar o petróleo.&lt;br /&gt;    "Devem compensar o que tem valor e não o que tem preço", afirmou. A indenização internacional viria de trocas e doação de dívida externa.&lt;a href="http://wwwstatic.kern.org/images/kcMuseum/oilLogo001.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://wwwstatic.kern.org/images/kcMuseum/oilLogo001.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; fontes: ANSA - 05/06/2007 13:24&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-1383980014851414207?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/1383980014851414207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=1383980014851414207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1383980014851414207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1383980014851414207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/equador-lana-campanha-para-manter.html' title='Equador lança campanha para manter reserva de petróleo inexplorada!!'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-7002796875335135880</id><published>2007-06-04T23:12:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T11:30:17.328-07:00</updated><title type='text'>Exploração dos recursos minerais em Portugal</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1)Minas da Panasqueira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mina da Panasqueira, situada no distrito de Castelo Branco, a Oeste do Fundão, é actualmente uma das rincipais produtoras de concentrações de óxidos de estanho (cassiterite)  &lt;br /&gt;Com início em 1896, as minas da Panasqueira registaram um grande desenvolvimento durante a primeira e segunda guerra mundial, em que a procura de volfrâmio era grande devido à sua utilidade como endurecedor de ligas metálicas para a construção de armas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)Mina de Neves Corvo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minas de Neves Corvo situadas num valioso complexo mineiro, descoberto em 1977, iniciaram a sua actividade em 1988, situam-se no baixo Alentejo, na região de Castro Verde – Almodôvar  em Portugal. &lt;br /&gt;Desde logo revelaram-se diferentes das restantes minas da mesma unidade metalogenética, pelos elevados teores de cobre, estanho e zinco associados a sulfuretos maciços &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)Mina de Jales&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na localidade de Campo de Jales, concelho de Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, existiram umas minas de ouro, conhecidas por “Minas de Jales”. A exploração destas minas, levada a cabo pelos romanos, iniciou-se em 1933. Delas extraíu-se, essencialmente, ouro e prata, ocorrendo associado a filões de quartzo com sulfuretos tais como pirite, calcopirite, blenda e galena. A presença de outros minérios como estanho e volfrâmio foi registada na periferia do filão aurífero &lt;br /&gt;Estas minas encontram-se desactivadas desde 1992. Desde então, permaneceram as escombreiras a céu aberto, que prejudicaram seriamente a população e os terrenos, uma vez que continham materiais, nomeadamente, sulfuretos de Pb, Zn, Ag e Cu, altamente nocivos à saúde pública &lt;br /&gt;Esta problemática ficou devidamente resolvida em 2002, quando se concluiu o Projecto de Recuperação Ambiental da Escombreira da Mina de Jales Fig. 37 – Granito com Filão de quartzo mineralizado &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.edm.pt/images/top_jales4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://www.edm.pt/images/top_jales4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Escombreira da mina de Jales&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fontes:http://home.utad.pt/geologia/museu/recursos.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-7002796875335135880?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/7002796875335135880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=7002796875335135880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/7002796875335135880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/7002796875335135880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/explorao-dos-recursos-minerais-em.html' title='Exploração dos recursos minerais em Portugal'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-2950562802526955825</id><published>2007-06-01T08:31:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T11:12:26.915-07:00</updated><title type='text'>Metamorfismo - uma pequena noção</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.geovirtual.cl/geologiageneral/imagenes/Metamo04.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://www.geovirtual.cl/geologiageneral/imagenes/Metamo04.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na foto podemos ver uma rocha que pode ser sedimentar magmática e, até mesmo, metamórfica que após uma recristalização no estado sólido por acção de factores de metamorfismo como o calor, tensões e fluidos. Isto irá originar uma rocha metamórfica. Exemplos de rochas metamórficas são o gnaisse, micaxistto, filito, ardósia,e o mármore, quartzito, corneana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-2950562802526955825?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/2950562802526955825/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=2950562802526955825' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/2950562802526955825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/2950562802526955825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/como-j-no-consigo-pr-imagens-no-blog.html' title='Metamorfismo - uma pequena noção'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-8089508745423376242</id><published>2007-05-29T07:47:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T11:10:23.093-07:00</updated><title type='text'>Esmeralda, jóia de origem metamórfica</title><content type='html'>Para uma pequena introduçao do metamorfismo, achei por bem dar o exemplo da esmeralda que toda a gente conhece e que tem uma origem metamórfica. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A esmeralda é uma variedade do mineral Berilo (Be3Al2(SiO3)6), com algum crómio( e por vezes com vanádio), responsável pela sua cor verde “forte”. O Berilo é um mineral explorado para se extrair o berílio, metal leve, utilizado em ligas de alta resistência. Encontra-se em xistos pegmatitos.&lt;br /&gt;As pedras verdes mais famosas do mundo têm uma história muito antiga. Foi relacionada com Vénus, a deusa romana do amor e com a correspondente babilónica Ishtar, tendo chegado a servir de moeda de troca nos mercados da Babilónia.&lt;br /&gt;A esmeralda ocorre em rochas associadas ao metamorfismo hidrotermal. “A esmeralda cristaliza a partir de fluidos quentes (hidrotermais), ricos em elementos químicos, que atravessam fissuras e fendas de rochas. Estes fluidos ao precipitarem os sais neles contidos, preenchem as fissuras originando os filões.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmgja7m4CBI/AAAAAAAAAB0/-ChvgxDzxzA/s1600-h/pedra-esmeralda3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmgja7m4CBI/AAAAAAAAAB0/-ChvgxDzxzA/s200/pedra-esmeralda3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073343925817182226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmgj_7m4CCI/AAAAAAAAAB8/yZQxlK3N5L8/s1600-h/Esmeralda.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmgj_7m4CCI/AAAAAAAAAB8/yZQxlK3N5L8/s200/Esmeralda.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073344561472342050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fontes:www.naturlink.pt/canais/artigo.asp?iCanal=1&amp;iSubCanal=11&amp;iArtigo=7394&amp;iLingua=1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-8089508745423376242?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/8089508745423376242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=8089508745423376242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/8089508745423376242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/8089508745423376242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/esmeralda-jia-de-origem-metamrfica.html' title='Esmeralda, jóia de origem metamórfica'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_AX_ms18HwIs/Rmgja7m4CBI/AAAAAAAAAB0/-ChvgxDzxzA/s72-c/pedra-esmeralda3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-832072243831342657</id><published>2007-05-22T23:23:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T07:36:04.868-07:00</updated><title type='text'>Metamorfismo joga bilhar</title><content type='html'>&lt;a href="http://i68.photobucket.com/albums/i3/marlidf/ideia.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://i68.photobucket.com/albums/i3/marlidf/ideia.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O bilhar é um jogo muito antigo, havendo registos históricos que mostram que já seria jogado em França em 1461-1483.Os primeiros bilhares, embora tivessem algumas semelhanças com os actuais, uma vez que tinham uma forma rectangular , tinham, no entanto, uma grande diferença: a mesa era feita de madeira e utilizavam-se tacos semelhantes aos actuais tacos de golfe. Embora a madeira pudesse garantir uma superfície plana e lisa, vibrava, o que não permitia que a bola tivesse a direcção pretendida. Por volta de 1825, a história deste jogo fica definitivamente associada às rochas metamórficas. Os fabricantes de mesas de bilhar descobriram que, se a ardósia fosse usada no fabrico da superfície do jogo (área coberta a pano, geralmente verde) da mesa de bilhar, eram eliminadas as tão indesejadas vibrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Terra, Universo da Vida - Geologia, pág.199&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-832072243831342657?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/832072243831342657/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=832072243831342657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/832072243831342657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/832072243831342657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/06/metamorfismo-joga-bilhar.html' title='Metamorfismo joga bilhar'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-5194705136733373880</id><published>2007-05-22T05:33:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T08:22:06.558-07:00</updated><title type='text'>Deformações das rochas em Portugal</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Falhas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;                                         &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgK9rm4B5I/AAAAAAAAAA0/H_fEfduJZac/s1600-h/falha2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgK9rm4B5I/AAAAAAAAAA0/H_fEfduJZac/s200/falha2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073317035026941842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1)Falha normal em calcários do Jurássico inferior.&lt;br /&gt;   Local: Pereiros, Coimbra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                             &lt;a href="http://bp2.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgLPLm4B6I/AAAAAAAAAA8/exljJ9tdi1w/s1600-h/falha_alg.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgLPLm4B6I/AAAAAAAAAA8/exljJ9tdi1w/s200/falha_alg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073317335674652578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2)Falha normal (rejeito aproximado de 50 cm) em calcarenitos do Jurássico.&lt;br /&gt;   Local: Praia da Mareta, Sagres, Algarve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dobras&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgLtLm4B8I/AAAAAAAAABM/c4bEW6k2iOc/s1600-h/dobra4.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgLtLm4B8I/AAAAAAAAABM/c4bEW6k2iOc/s200/dobra4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073317851070728130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1)Dobra em xistos anfibolíticos da sequência ofiolítica do Complexo de Morais.&lt;br /&gt;   Local: Salsedas, Macedo de Cavaleiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgL2bm4B9I/AAAAAAAAABU/hwiquCyvSP4/s1600-h/dobra1.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgL2bm4B9I/AAAAAAAAABU/hwiquCyvSP4/s200/dobra1.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073318009984518098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2)Charneira de dobra com plano axial subvertical em quartzitos do Ordovícico.&lt;br /&gt;   Local: Praia Norte, Viana do Castelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: www.geopor.pt/gneptgeol/tectonica/dob_fal.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-5194705136733373880?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/5194705136733373880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=5194705136733373880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/5194705136733373880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/5194705136733373880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/05/deformaes-das-rochas-em-portugal-falhas.html' title='Deformações das rochas em Portugal'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_AX_ms18HwIs/RmgK9rm4B5I/AAAAAAAAAA0/H_fEfduJZac/s72-c/falha2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-3054528967093179333</id><published>2007-05-13T11:09:00.000-07:00</published><updated>2007-05-13T11:26:12.277-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Este relatório faz referência á actividade realizada no laboratório de biologia da escola secundária, no dia 26 de Abril. Como não consigo pôr aqui as imagens todas que completam a actividade, aconselho que se dirijam ao blog do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;I- Propriedades dos minerais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; 1-&lt;br /&gt;1.1 Que mineral está representado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mineral representado é o quartzo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2 Como o classifica quanto à cor? Fundamente a resposta.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quartzo é um mineral félsico, isto é, apresenta uma cor clara.&lt;br /&gt;Os minerais félsicos são ricos em silício, oxigénio, alumínio, sódio e potássio e são mais pobres em ferro, magnésio. O ferro e o magnésio dão uma cor escura aos minerais, estes são classificados como minerais máficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2&lt;br /&gt;2.1 Sendo o mesmo mineral explique a diferença no aspecto.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Estes minerais são minerais polimorfos, uma vez que, têm a mesma composição química e formas diferentes (redes cristalinas diferentes). Esta diferença a nível da forma deve-se ás diferentes condições ambientais de pressão e temperatura a que cada rocha é exposta. Quando as condições ambientais são diferentes, a rede cristalina de cada mineral modifica-se para se tornar mais estável nas novas condições. A diferença dos aspectos pode dever-se aos meios diferentes onde se desenvolveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3-&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.1 Que mineral está representado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mineral representado é a pirite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.2 Como o classifica quanto à cor? Fundamente a resposta&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirite é um mineral máfico, uma vez que, apresenta uma cor escura. Os minerais máficos são ricos em elementos químicos pesados, nomeadamente, elementos ferromagnesianos, e são pobres em sílica. A riqueza dos elementos ferromagnesianos (ferro e magnésio) dá uma cor escura ao mineral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.3 Como o classifica quanto ao brilho? Fundamente a resposta.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A pirite tem um brilho metálico, porque o seu brilho é intenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;4-  &lt;br /&gt;4.1 Determine a dureza dos minerais representados.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira imagem representa um quartzo e a segunda representa a calcite. O quartzo apresenta uma maior dureza que a calcite, isto é, o quartzo apresenta dureza 7 e a calcite apresenta uma dureza de 3. Logo o quartzo risca a calcite, mas a calcite não risca o quartzo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.2 Descreva o procedimento seguido.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dureza determina-se pela resistência que o mineral oferece à abrasão, ou seja, a ser riscado (sulcado) por outro mineral. Entre dois minerais faz-se deslizar sob pressão uma aresta viva sobre uma superfície do outro mineral e vice-versa. O mineral mais duro vai deixar um sulco no mineral menos duro. A dureza dos minerais é feita em relação aos termos de uma escala de dureza – Escala de Mohs – constituída por 10 termos, colocados por ordem crescente. Qualquer mineral da escala risca todos os que estão abaixo dele. Neste caso, a quartzo risca a calcite, assim como, todos os minerais que apresentem um valor inferior de dureza do do quartzo. Já a calcite, não e capaz de riscar o quartzo, mas por exemplo, é capaz de riscar o gesso e o talco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;strong&gt;         &lt;br /&gt;5-&lt;br /&gt;5.1 Os minerais representados apresentam a mesma composição química (CaCO3) mas são diferentes. Explique esta ocorrência.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem minerais que apesar de apresentarem diferentes formas, têm a mesma composição química, ou seja, são minerais polimorfos. Isto acontece quando estes minerais se formam em condições diferentes Esta diferença a nível da forma deve-se ás diferentes condições ambientais de pressão e temperatura a que cada rocha é exposta. Quando as condições ambientais são diferentes, a rede cristalina de cada mineral modifica-se para se tornar mais estável nas novas condições. A diferença dos aspectos pode dever-se aos meios diferentes onde se desenvolveram. Os minerais representados são a calcite e a aragonite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;II- Rochas sedimentares&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; 1-&lt;br /&gt;1.1 Identifique e classifique as rochas sedimentares representadas tendo em conta a origem da fracção predominante.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A- Rocha detrítica, Brecha                        E- Rocha detrítica, Areias basálticas                                   &lt;br /&gt;B- Rocha qumimiogénica, Estalagtite     F- Rocha quimiogénica, Salgema&lt;br /&gt;C- Rocha Biogénica, Antracite                 G- Rocha quimiogénica, Travertino&lt;br /&gt;D- Rocha detrítica, Argilito                      H- Rocha biogénica, Calcário biogénico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2-&lt;br /&gt;2.1 Que carvões estão representados?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A- Carvão betuminoso        C- Turfa&lt;br /&gt;B- Antracite                         D- Lenhite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.2 Ordene-os por teores crescentes de carbono.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CADB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;III- Arquivos Geológicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; 1-&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1 Identifique o processo de fossilização sofrido pelas estruturas ou organismos representados.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moldagem – molde externo A,D e F&lt;br /&gt;Moldagem – impressão – molde externo B e G&lt;br /&gt;Mineralização – C e E&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;1.2 Indique dois possíveis fósseis de idade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilobite e a amonite, que pertencem ao Câmbrico e ao Jurássico, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;IV- Rochas Magmáticas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1-&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1 Que minerais se observam à vista desarmada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São perceptíveis à 1º vista, a olivina e a plagiocláse cálcica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2 Procure explicar as diferenças na textura destes basaltos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as rochas são extrusivas e têm uma origem basáltica. No entanto, A teve um arrefecimento mais lento que B, pois os cristais de A são muito mais desenvolvidos do que em B. Pode se afirmar que B tenha sofrido uma erupção vulcânica e ter tido um arrefecimento mais rápido do que A e, como tal, cristais menos desenvolvidos e uma textura mais agranular e mais difícil de se distinguir os minerais constituintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2-&lt;br /&gt;2.1 Que minerais se observam à vista desarmada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em A existe feldspatos, moscovite (micas brancas) e quartzo. Em B e perceptível o quartzo, feldspato e micas pretas (biotite).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.2 Quais as diferenças essenciais entre estes dois granitos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A A é leucocrata, porque são predominates os minerais félsicos e apresenbtam uma cor clara. A B é uma rocha mesocrata, isto é, tem uma coloração intermédia pois tem mais ou menos a mesma quantidade de minerais félsico se máficos, isto é, tem um certo equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3-&lt;br /&gt;3.1 Identifique as rochas representadas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Granito e basalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.2 Observe as suas lâminas delgadas ao microscópio petrográfico com a ajuda do programa Rochas e Minerais de Portugal ao Microscópio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 Indique as principais diferenças entre estas duas rochas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira rocha tem uma cor clara e a sua textura é granular, típico das rochas extrusivas e de origem riolítica e tem um elevado teor em sílica quartzo, feldspatos e plagiocláses sódicas. O granito é uma rocha leucocrata. A segunda rocha apresenta uma cor escura e uma textura agranular, típico de uma rocha intrusiva e de origem basáltica. É uma rocha com baixos teores de sílica (básica) e rica em olivinas plagiocláses cálcicas e minerais ferromagnsianos. O basalto é uma rocha melanocrata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;V- Minerais das rochas magmáticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1  Identifique os minerais representados, muito frequentes nos granitos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os granitos possuem minerais quartzo leitoso, ortoclase, moscovite e biotite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; 1.2 Indique os minerais máficos e félsicos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biotite é um mineral máfico (cor escura), e o quartzo, ortoclase e moscovite são minerais félsicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;VI- Cartas Geológicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; 1-&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1- Consulte a Carta Geológica  (1:1 000 000 000) e descreva a distribuição dos três principais tipos de rochas pelo território continental.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As rochas magmáticas predominam nas zonas norte, as sedimentares nas zonas centro e  as metamórficas nas zonas sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2- Consulte a Carta Geológica (1:500 000) e caracterize, do ponto de vista geológico, a região de Fafe.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região de Fafe predominam granito, monzoniticos, porfinoides e granito biotitico profinoides.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-3054528967093179333?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/3054528967093179333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=3054528967093179333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3054528967093179333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3054528967093179333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/05/este-relatrio-faz-referncia-actividade.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-5074690499249784702</id><published>2007-03-22T13:06:00.000-07:00</published><updated>2007-03-24T13:09:04.056-07:00</updated><title type='text'>o que é o magma...</title><content type='html'>Material rochoso semi-fundido, provido de mobilidade e resultante da fusão das rochas da crosta e do manto superior. A maior ou menor mobilidade do magma depende da sua viscosidade, um carácter físico que resulta tanto da pressão e da temperatura a que ele se encontra como da sua composição. Em igualdade de pressão, a viscosidade diminui quando aumenta a temperatura (mais quente = mais fluido). Em igualdade de temperatura, a viscosidade aumenta com a pressão (mais comprimido = magma mais imobilizado). Em igualdade de pressão e temperatura, a viscosidade é regulada pela concentração de voláteis (ricos em voláteis = maior pressão interna e menor viscosidade = maior mobilidade ou fluidez). Os diferentes tipos de rochas magmáticas podem formar-se a partir da solidificação de magmas.&lt;br /&gt; Existem três tipos principais de magma, de acordo com o teor em sílica (SiO2) - o magma basáltico, o magma andesítico e o magma riolítico. Os magmas basálticos, com origem na fusão de rochas do manto, contêm cerca de 50% de sílica e um baixo teor em gases dissolvidos. Este tipo de magma é expelido essencialmente ao longo de riftes e dos pontos quentes que se situam ao nível dos oceanos. A sua constituição varia, dependendo dos condicionalismos ambientais em que se geram, como a pressão e a temperatura. Estes magmas caracterizam-se pela viscosidade - relacionada com a densidade, a riqueza em sílica, a temperatura e a quantidade de fluidos que contêm - que determina a sua velocidade de ascensão. Quando os magmas basálticos se acumulam em câmaras magmáticas, a profundidades de 10 a 30 km, solidificam e originam rochas plutónicas, como os gabros. Quando os magmas basálticos ascendem com uma velocidade superior à velocidade a que arrefecem, solidificam e formam rochas vulcânicas, como os basaltos. Os magmas andesíticos, formados pela subducção de uma placa oceânica sob uma placa continental, contêm cerca de 60% de sílica e bastantes gases dissolvidos. A sua composição depende da quantidade e da qualidade do material rochoso do fundo oceânico que sofre subducção. O material de que resulta o magma andesítico inclui água, sedimentos depositados ricos em argila e material rochoso com origem na crusta oceânica e na crusta continental, que aprofunda quando a placa é subductada. A água fica sujeita a condições de pressão e temperatura elevadas, facilitando a fusão dos materiais rochosos que originam magmas com diferentes composições. As rochas magmáticas formadas a partir de magmas andesíticos são mais ricas em sílica do que as rochas que têm origem nos magmas basálticos, e incluem um mineral do grupo dos feldspatos, a andesite. De acordo com o local em que ocorre a sua consolidação, os magmas andesíticos formam andesitos, quando consolidam à superfície ou próximo dela, ou dioritos, quando consolidam em zonas profundas. Os magmas andesíticos estão relacionados com zonas vulcânicas. Os magmas riolíticos formam-se a partir da fusão parcial de rochas constituintes da crosta continental. Contêm cerca de 70% de sílica e um elevado teor em gases dissolvidos, uma vez que resultam de rochas ricas em água e dióxido de carbono. A presença de água nos magmas riolíticos faz baixar o ponto de fusão dos minerais. No entanto, nas zonas mais próximas da superfície - zonas de pressão mais baixa - este efeito deixa de se verificar. Os granitos e os riólitos constituem rochas magmáticas formadas a partir do magma riolítico. Os granitos formam-se quando o magma riolítico solidifica antes de atingir a superfície - durante a ascensão deixam de se reunir as condições que permitem o estado de fusão. Os riólitos formam-se quando o magma riolítico atinge a superfície com uma temperatura muito elevada - cerca de 800 ºC. Os magmas riolíticos estão associados a zonas de colisão de placas continentais onde se originam cadeias montanhosas. Estes são locais onde há uma grande probabilidade de se reunirem as condições de pressão, humidade e temperatura que permitem a formação deste tipo de magmas. Os produtos magmáticos podem, consoante a sua origem, agrupar-se nos seguintes três tipos: - Ortomagmas. Com origem no manto superior, são magmas pobres em voláteis (1 a 2%), que cristalizam a temperaturas elevadas (700 a 1300 oC). Esta designação, porém, é considerada por alguns autores como caída em desuso, preferindo designações como mantélicos, primitivos, primários, primordiais, primigénios ou juvenis. - Hemiortomagmas. Com origem em materiais da crosta que, tendo mergulhado em zonas profundas, foram submetidos a condições físico-químicas que lhes provocaram a fusão. São ligeiramente mais ricos em gases (1 a 4%) que os ortomagmas e cristalizam a temperaturas mais baixas (400 a 1000 oC). Autores mais recentes dão preferência a designações como crustais ou basicrustais, ou secundários. - fracções magmáticas, que correspondem a produtos derivados dos dois tipos de magmas e que resultam das evoluções possíveis, sob condições variáveis de pressão, temperatura e composição química. Podem também resultar da contaminação ou mistura dos mais diversos tipos de materiais e nas mais variadas proporções.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-5074690499249784702?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/5074690499249784702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=5074690499249784702' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/5074690499249784702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/5074690499249784702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/o-que-o-magma.html' title='o que é o magma...'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-3369843119752080078</id><published>2007-03-19T13:09:00.000-07:00</published><updated>2007-03-24T08:19:32.192-07:00</updated><title type='text'>Escala do tempo geoloógico</title><content type='html'>Nos séculos XIX e XX, os geólogos, utilizando os princípios da datação relativa das rochas e juntando informações recolhidas em afloramentos por todo o Mundo, elaboraram uma escala do tempo geológico, ou seja, fizeram um calendário da idade relativa da história geológica da Terra. Cada intervalo nesta escala e correlacionado com um conjunto de rochas e fósseis.&lt;br /&gt;(Eu queria pôr a imagem maior, mas não consigo. Por isso eu digo o que é mais importante e que não de nota, além de se notar pouco também está em inglês. Então é assim, começa no pré-câmbrico com a cor azul e alguns seres vivo, é aqui que aparecem os seres pluricelulares aquáticos. Qunado começa a imagem a ganhar tons de verde corresponde ao paleozóico, pois é nesta era que aparcem as primeiras plantas e a vida terrestre. Depois, o resto do remoinho (imagem) representa as seguintes eras e períodos. Acabando no Quaternário, este período é muito importante, e no qual, o HOMEM aparce!!! É preceptível na imagem o aparecimento dos seres ao longo de todo este tempo&lt;br /&gt;e dos meios).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Tempo%20Geologico_arquivos/image034.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 382px; CURSOR: hand; HEIGHT: 422px" height="362" alt="" src="http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Tempo%20Geologico_arquivos/image034.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;fontes: manual; &lt;a href="http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Tempo%20Geologico.htm" target="_top"&gt;http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Tempo%20Geologico.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-3369843119752080078?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/3369843119752080078/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=3369843119752080078' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3369843119752080078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3369843119752080078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/escala-do-tempo-geologico.html' title='Escala do tempo geoloógico'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-2646053344329451570</id><published>2007-03-17T12:55:00.000-07:00</published><updated>2007-03-22T13:20:28.834-07:00</updated><title type='text'>Portugal &amp; fósseis</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ictiossauros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vestígios da presença de Ictiossauros são referidos de numerosos locais da actual orla costeira de Portugal para Norte do rio Tejo, até Coimbra.&lt;br /&gt;Os Ictiossauros eram Répteis bem adaptados à vida aquática que durante o Mesozóico, do Triásico ao Cretácico, teriam ocupado um nicho ecológico mais tarde reservado a alguns Cetáceos, nomeadamente aos golfinhos, com quem aliás manifestavam notáveis convergências morfológicas. Tinham o corpo fusiforme e as extremidades dos membros, devido a um fenómeno de hiperfalangia, estavam transformadas em "barbatanas" próprias para a natação. As suas caudas eram heterocercas com o lobo inferior prolongado. Deviam levar uma vida exclusivamente pelágica sem qualquer contacto com o meio terrestre. Alimentar-se-iam de Cefalópodes, Peixes e, ocasionalmente, ao que parece, de Pterossauros. Eram vivíparos. Foram encontrados embriões no interior de alguns exemplares fossilizados.&lt;br /&gt;Nesta época viveriam na área actualmente correspondente ao nosso país, pelo menos duas espécies distintas de Ictiossauros - Ichthyosaurus (=Temnodontosaurus) intermedius Conybeare e Stenopterygius aff. uniter v. Huene. A primeira é conhecida de vários depósitos Liásicos marinhos: S. Pedro de Muel, Alvaiázere, Casal de Cambra e Praia da Nossa Senhora da Vitória (Sinemuriano); a segunda, de Alhadas, Pentalheira, Praia de Nossa Senhora da Vitória e Tomar (Aaleniano). Restos atribuídos a Ichthyosaurus, são igualmente referidos como provenientes de Cádima, Murtede, Cantanhede e Figueira da Foz e a Stenopterygius de Condeixa e Tomar.&lt;br /&gt;Várias peças ósseas de Ictiossauros encontram-se depositadas no Museu do Instituto Superior Técnico Mineiro e no Museu Minerológico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.geocities.com/artureptil/ictiossauros_arquivos/image005.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-2646053344329451570?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/2646053344329451570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=2646053344329451570' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/2646053344329451570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/2646053344329451570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/portugal-fsseis.html' title='Portugal &amp; fósseis'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-1120223245610815128</id><published>2007-03-14T12:02:00.000-07:00</published><updated>2007-03-21T15:09:20.290-07:00</updated><title type='text'>Mohs, mineralogista</title><content type='html'>&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/30/Escala_de_mohs.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 409px; CURSOR: hand; HEIGHT: 286px" height="253" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/30/Escala_de_mohs.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Friedrich Mohs (Gernrode, 29 de janeiro &lt;a href="http://www.mineraltown.com/infocoleccionar/imatges/Friedrich_Mohs.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 81px; CURSOR: hand; HEIGHT: 124px" height="288" alt="" src="http://www.mineraltown.com/infocoleccionar/imatges/Friedrich_Mohs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;de 1773 — Agordo, 29 de setembro de 1839) foi um geólogo e mineralogista alemão.&lt;br /&gt;Estudou em Halle e na Academia de Minas de Friburgo de Brisgovia. Viveu um longo período na Áustria realizando estudos de mineralogia, se tornando professor da disciplina em Graz em 1812. Em 1818, devido ao falecimento de Werner, foi nomeado catedrático de mineralogia na Academia de Minas de Friburgo. Em 1826, se mudou para Viena para lecionar, onde foi nomeado superitendente do gabinete imperial.&lt;br /&gt;Sua obra mais importante é o "Tratado de Mineralogia" (Grundriss der Mineralogie, 1825) e é sempre lembrado pela criação da escala de Mohs de dureza usada para os minerais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;--&gt; Fontes: www.wikipédia .com&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-1120223245610815128?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/1120223245610815128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=1120223245610815128' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1120223245610815128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/1120223245610815128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/mohs-mineralogista.html' title='Mohs, mineralogista'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-3871323293324108410</id><published>2007-03-10T10:04:00.000-08:00</published><updated>2007-03-21T11:21:03.242-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Rochas sedimentares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-Rochas detríticas &lt;a href="http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/sedimentares/arcoslamin.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px" height="198" alt="" src="http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/sedimentares/arcoslamin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;(conglomerados;areias)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/sedimentares/conglomerado.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px" height="184" alt="" src="http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/sedimentares/conglomerado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2-rochas quimiogénica (sal-gema;gesso)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.almariado.blogger.com.br/mina%20de%20sal%20040.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 189px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" height="231" alt="" src="http://www.almariado.blogger.com.br/mina%20de%20sal%20040.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.ursea.it/gite/agliana/Gesso.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px" height="219" alt="" src="http://www.ursea.it/gite/agliana/Gesso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.oasidisapientia.it/oasisapientia/Image122.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3-rocha biogénica &lt;a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115060628-antracito.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" height="229" alt="" src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115060628-antracito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; (antracito; petróleo)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115060628-antracito.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/artureoceno/eoser_arquivos/image004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.swan.ac.uk/empress/images/DYRYNDA%20Oil%20suction%20WEB.JPG"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 191px; CURSOR: hand" height="162" alt="" src="http://www.swan.ac.uk/empress/images/DYRYNDA%20Oil%20suction%20WEB.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;--&gt; fontes: google-imagens&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-3871323293324108410?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/3871323293324108410/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=3871323293324108410' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3871323293324108410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3871323293324108410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/rochas-sedimentares-rochas-detrticas.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-3428630848485555491</id><published>2007-03-09T09:46:00.000-08:00</published><updated>2007-03-21T11:16:05.075-07:00</updated><title type='text'>Rochas sedimentares</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cprm.gov.br/Aparados/imagens/ap_geo16.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.cprm.gov.br/Aparados/imagens/ap_geo16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rocha constituída pela estratificação de sedimentos com origens diversas. As rochas sedimentares formam-se, na superfície terrestre ou a pequenas profundidades, por um conjunto de processos geológicos que incluem duas etapas fundamentais: a sedimentogénese, em que ocorre a formação dos materiais que vão constituir as rochas sedimentares - sedimentos ou detritos, e a diagénese, onde os sedimentos evoluem até formarem as rochas. Embora a sua representação na crosta terrestre seja muito fraca (5% do seu volume), as rochas sedimentares recobrem uma extensa superfície, ocupando mais de 75% da área continental. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe uma grande variedade de rochas sedimentares, tanto na constituição, como no aspecto e nos processos de formação. A classificação das rochas sedimentares baseia-se na sua composição química e na génese dos sedimentos que as originam. Em geral, os elementos mais abundantes nas rochas sedimentares são o Si, Ca, Te, K, Mg, isto é, os mesmos que estão presentes na crosta terrestre, ainda que em proporções diferentes das rochas endógenas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na composição mineralógica das rochas sedimentares, podem distinguir-se os minerais herdados e os minerais de neoformação. Os denominados minerais herdados provêm directamente de rochas preexistentes, através de fenómenos de desagregação e transporte, sem terem sofrido qualquer alteração química. Estes minerais vão constituir as rochas sedimentares detríticas. O quartzo, os feldspatos, as micas, a limonite, a hematite, as anfíbolas, as piroxenas e a calcite são exemplos de minerais herdados. Os minerais de neoformação são minerais novos que se formam durante a sedimentogénese ou a diagénese e que resultam da alteração química ou da precipitação de outros minerais. Exemplos de minerais de neoformação mais frequentes são a calcite, a dolomite, a sílica, os minerais de argila, a halite e o gesso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo em conta a fracção predominante nas rochas s&lt;a href="http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/estruturased/estrato6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/estruturased/estrato6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;edimentares, podem considerar-se três grupos: as rochas detríticas, que se formam a partir de sedimentos obtidos pela meteorização e erosão das rochas preexistentes; as rochas quimiogénicas, com origem em sedimentos quimiogénicos; e as rochas biogénicas, que resultam de sedimentos biogénicos. Existem outras classificações para as rochas sedimentares, como, por exemplo: a classificação que tem por base a composição química, agrupando-as em rochas siliciosas, argilosas, calcárias, ferruginosas, etc.; aquela que se baseia na sua origem (rochas pluviais, eólicas, etc.); as classificações que recorrem à textura (considerando, por exemplo, o tamanho do grão); etc &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;--&gt; fontes: diciopédia 2007&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-3428630848485555491?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/3428630848485555491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=3428630848485555491' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3428630848485555491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/3428630848485555491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/rocha-sedimentar-rocha-constituda-pela.html' title='Rochas sedimentares'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-117304808996879758</id><published>2007-03-04T13:46:00.000-08:00</published><updated>2007-03-21T11:20:09.238-07:00</updated><title type='text'>risco geomorfologico e ocupação antrópica</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Zona de vertente na zona de Viana&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A instabilidade de vertentes é outra das áreas com factores susceptíveis de risco que aparecem legendadas no mapa do concelho de Viana. Este foi, aliás, o fenómeno que deu origem do mapa de riscos geológicos, uma vez que a sua elaboração terá sido sugerida na sequência de vários acidentes, ligados a instabilidades de vertentes, que se deram no Inverno de 2000/01 em Frades (quatro mortos), Cestães e Gondariz (um morto), no concelho de Arcos de &lt;a href="http://centro-geologia.fc.ul.pt/dominios/images/fmcg2_r.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://centro-geologia.fc.ul.pt/dominios/images/fmcg2_r.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Valdevez. Como pontos de "maior susceptibilidade" no concelho de Viana, é apontado as zonas "mais íngremes" e graníticas das serras, dando como exemplo um local situado junto à ribeira da freguesia de Areosa, na encosta de Santa Luzia. Outros exemplos "de alguma susceptibilidade, mas sem a perspectiva de que possam ser atingidos interesses e pessoas", são uma vertente existente na freguesia de Deocriste e "pequenos fenómenos relacionados com intervenção humana" registados na freguesia de Montaria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bacia hidrográfica&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A bacia &lt;a href="http://www.youngreporters.org/IMG/jpg/cheias_2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.youngreporters.org/IMG/jpg/cheias_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;hidrográfica corresponde a toda a área, cujas águas se dirigem para uma rede hidrográfica. A bacia hidrográfica é responsável por muitas mudanças e por um grande trabalho geológico. Estas zonas têm de ser estudadas e analisadas para a ocupação antrópica não sofrer danos em habitar em zonas de risco. Existem muitos exemplos de problemas.&lt;br /&gt;A bacia hidrográfica do rio Douro é a maior da Península Ibérica. O curso inferior do rio Douro corre num vale extremamente encaixado, pelo que as vulnerabilidades deste rio às inundações residem nos aglomerados urbanos implantados nas zonas ribeirinhas, facilmente inundáveis.&lt;br /&gt;No troço principal, a área a jusante da barragem de Crestuma é das mais afectadas, nomeadamente nos areínhos de Avintes e Oliveira do Douro e nas ribeiras do Porto e de Gaia. Nesta última localidade, as inundações atingem, muitas vezes, as caves do Vinho do Porto. Igualmente vulnerável é a localidade de Peso da Régua onde as cheias afectam diversas habitações e estabelecimentos comerciais da zona marginal e onde é frequente o corte de ruas por submersão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Zona litoral&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quase todo o litoral entre Espinho e Nazaré constitui "zona de elevados riscos&lt;br /&gt;naturais", nomeadamente (mas não só) no que respeita a "riscos de erosão intensa". O decreto-Lei aludido estipula que, nestes casos, "não deve ser permitida qualquer construção". Na gestão da zona costeira deve-se ter em atenção que esta é uma zona com vastas potencialidades, e que constitui património comum. Os seus valores paisagísticos, ecológicos, turísticos, económicos, etc., devem ser preservados, explorando-os de forma claramente sustentável. Estima-se que os mecanismos de transporte sedimentar tenham a possibilidade de transportar para Sul, em cada ponto, anualmente, esse volume de areias.&lt;br /&gt;Quando existia um abastecimento sedimentar abundante, a deriva litoral estava&lt;br /&gt;saturada, e deixava na praia o excesso de areias que não conseguia transportar. O comportamento do litoral era, então, regressivo, isto é, registava-se migração da linha de costa para o lado do oceano. Actualmente, o abastecimento sedimentar é bastante pequeno e a deriva litoral não está, geralmente, saturada. Consequentemente, verifica-se erosão das praias e das dunas, tendendo a deriva litoral a saturar-se com as areias assim conseguidas. Como resultado, o comportamento do litoral é transgressivo (segundo os conceitos aludidos), e verifica-se recuo da linha de costa.&lt;br /&gt;Compreende-se bem, assim, a razão porque as taxas de recuo são elevadas nas partes setentrionais dos troços Espinho – Barra de Aveiro, Barra de Aveiro - Figueira da Foz e Figueira da Foz - Nazaré. &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="216" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2016/3828/320/728168/fmcg5_r.jpg" width="381" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;--&gt; fontes: Terra, universo da vida; JN 2001; diciopédia; google - imagens&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-117304808996879758?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/117304808996879758/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=117304808996879758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/117304808996879758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/117304808996879758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/03/risco-geomorfologico-e-ocupao-antrpica.html' title='risco geomorfologico e ocupação antrópica'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-117096727617190979</id><published>2007-02-08T11:31:00.000-08:00</published><updated>2007-02-08T13:04:11.170-08:00</updated><title type='text'>Plantas invasoras em Portugal - Piteirão</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Plantas invasoras em Portugal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Eryngium pandanifolium &lt;/em&gt;Cham. &amp; Schlecht.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Piteirão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2016/3828/1600/725730/eryngium.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 111px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px" height="220" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2016/3828/400/990069/eryngium.jpg" width="196" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O piteirão é uma erva bianual de porte elevado e folhas carnudas em roseta basal, semelhantes a um cacto.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Esta planta é da espécie &lt;em&gt;Eryngium pandanifolium &lt;/em&gt;da família&lt;em&gt; &lt;/em&gt;umbeliferae (família da salsa).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Esta espécie teve origem na zona tropical da América do Sul e foi introduzida pelo homem no Jardim Botânico de Coimbra. O motivo da sua introdução foi para fins ornamentais.&lt;br /&gt;Mas a introdução desta espécie não indígena na Natureza origina situações de predação ou competição com espécies nativas, a transmissão de agentes patogénicos ou de parasitas pode afectar seriamente a diversidade biológica, as actividades económicas ou a saúde pública, com prejuízos irreversíveis e de difícil contabilização.&lt;br /&gt;O piteirão é uma espécie invasora comum nos taludes das valas do Baixo Mondego e em arrozais.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;De meu conhecimento e das minhas pesquisas ainda não foram tomadas medidas práticas com esta espécie na zona de Coimbra, no entanto, na teórica há muitas medidas como a solorização, arranque manual, remoção repetida da floração antes da formação das sementes (controlo físico); pulverização (controlo químico que deve ser muito bem estudado para não haver perjuízos).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-117096727617190979?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/117096727617190979/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=117096727617190979' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/117096727617190979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/117096727617190979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2007/02/plantas-invasoras-em-portugal-piteiro.html' title='Plantas invasoras em Portugal - Piteirão'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116603307892639006</id><published>2006-12-13T10:01:00.000-08:00</published><updated>2006-12-13T10:04:38.940-08:00</updated><title type='text'>Lamarck vs Darwin</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2016/3828/1600/448508/494.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2016/3828/400/165111/494.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116603307892639006?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116603307892639006/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116603307892639006' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116603307892639006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116603307892639006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/12/lamarck-vs-darwin.html' title='Lamarck vs Darwin'/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116602948136901612</id><published>2006-12-13T08:39:00.000-08:00</published><updated>2006-12-13T09:25:17.370-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;                                   Cancro, uma doença genética &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O cancro é fundamentalmente uma doença genética. Em células normais, o crescimento celular é controlado por diversos factores, ou hormonas, libertadas por células adjacentes ou distantes. Deste modo, um tecido consegue crescer ou atrofiar em resposta a demandas aumentadas ou diminuidas da sua função.&lt;br /&gt;Há vários factores que promovem o crescimento e multiplicação celulares, sistémicos como a hormona do crescimento, hormonas da tiróide, insulina, e factores locais como citosinas.&lt;br /&gt;A progressão do cancro não é mais que a inactivação de determinados genes e a hiperexpressão de outros, dando origem a células largamente independentes da regulação local e central do organismo, que se dividem sem inibição. Outras mutações noutros genes poderão, então, dar às células neoplásicas novas capacidades invasivas, já que todas as células do organismo possuem o genoma completo e portanto a capacidade de produzir qualquer proteína, desde que os genes correspondentes sejam activados (neste caso por mutação). Assim, uma célula da cartilagem (condrócito) neoplásica pode sofrer mutação que lhe permite formar proteinas que provocam a formação de novos vasos sanguineos, apesar de este gene nunca ser expressado na célula normal.&lt;br /&gt;Várias síndromes de cancro familiares são causados pelo facto de que nessas familias algum gene importante na progressão ou iniciação tumoral já estar mutado. Mais frequentemente estão mutados os genes de supressão tumoral em que são necessários duas mutações em ambas as cópias (uma do pai, outra da mãe) para haver inactivação. Se o individuo herdar do pai uma cópia defeituosa, é muito mais fácil ocorrer apenas a mutação na cópia materna que nos dois alelos.&lt;br /&gt;Um dos factos mais intrigantes em oncologia é a restrição de determinadas mutações a determinados tipos de cancro. Quase todos os cancros têm apenas uma, duas ou três vias de progressão com mutações de determinados genes, enquanto noutros orgãos a progressão se dá por mutações em genes diferentes. Este facto será talvez porque em determinados tecidos funcionam principalmente determinados oncogenes e genes supressores tumorais, e não outros, mas a causa exacta permanece obscura.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116602948136901612?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116602948136901612/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116602948136901612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116602948136901612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116602948136901612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/12/cancro-uma-doena-gentica-o-cancro.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116203754419241159</id><published>2006-10-28T04:53:00.000-07:00</published><updated>2006-10-29T13:04:48.120-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A clonagem não é capaz de mudar a fatalidade da morte e de diminuir a dor e o sofrimento.&lt;br /&gt;Ninguém pode ser duplicado!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Andei a procurar sobre clonagem e achei muito interessante um texto de um pai sofrido que quer mostrar a todos os outros pais, ou não que a clonagem não é solucção. Eu pus aqui alguns argumentos contra a clonagem humana que o pai referiu no seu texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nascimento do primeiro clone de um mamífero (a ovelha Dolly) ocorreu há apenas 4 anos, e a possibilidade de clonagem humana já existe. Se antes a clonagem era motivo de ficção, hoje ela é objecto de pesquisa científica. É útil para as floristas e tal, mas clones humanos NÃO...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A primeira verdade&lt;/strong&gt; é que a clonagem não produz indivíduos normais e saudáveis. Dois especialistas em clonagem animal que participaram numa audiência, relataram os resultados obtidos até então com vacas e outros mamíferos. Estes animais têm apresentado várias anormalidades e altas taxas de morte e muitas das fémeas que carregavam fetos-clones morreram ou ficaram doentes. Não existe nenhum clone saudável, nem mesmo Dolly, a ovelha pioneira.&lt;br /&gt;Os cientistas não sabem dizer por que a clonagem falha tanto. Uma explicação plausível inicial está no facto de que, quando as células de um embrião se dividem, iniciando o processo que resulta na formação dos &lt;a href="http://www.ufsc.br/~portalfil/clonagem.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.ufsc.br/~portalfil/clonagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;vários tecidos que constituem nosso corpo, a maioria dos genes é desligada, estando activos apenas aqueles necessários para que a célula em questão possa realizar suas funções. Uma célula das ilhotas pancreáticas, por exemplo, precisa de todos os genes que reconhecem quando uma pessoa necessita de insulina, activos.&lt;br /&gt;Para produzir um clone saudável, os cientistas necessitam destravar todos os genes presentes na célula que será utilizada na clonagem. Não basta apenas ter os genes necessários às ilhotas do pâncreas; todos os genes serão necessários em algum momento, em alguma célula do novo organismo. A menos que os cientistas descubram como destravar todos os genes e restaurá-los a seu estado original, nós continuaremos a ver clones mortos ou deformados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora, a segunda verdade&lt;/strong&gt;: mesmo que a clonagem pudesse produzir um embrião saudável, não resultaria na mesma pessoa da qual o material genético foi adquirido. Cada um de nós é fruto do complexo amálgama que envolve sorte, experiência e hereditariedade. O útero onde o feto se desenvolve, o que a mãe come ou bebe, o stress pelo qual passa, a sua idade, todos estes factores moldam o feto em desenvolvimento. Mesmo os genes conduzem uma intrincada coreografia de liga e desliga e instruem outros genes a fazerem o mesmo em resposta aos estímulos internos, assim como aos do mundo no lado de fora. Como nos transformamos em quem somos permanece ainda um mistério.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A única coisa que podemos ter certeza é de que somos muito mais do que um punhado de genes.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Assim como, por exemplo, talvez a melhor maneira de desestimular a clonagem humana seria através da clonagem de Michael Jordan. Michael II pode vir a não ter nenhum interesse em jogar basketball, tornando-se, por outro lado, um contador. O que faz Michael I genial não são apenas seus dotes físicos, mas sim sua competitividade, determinação e desejo de vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outra verdade:&lt;/strong&gt; criar uma criança para tomar o lugar de outra criança morta é injusto. Nenhuma criança deve ser obrigada a aceitar a opressão de que a mesma irá viver a encarnação de um padrão genético idealizado à qual a vida lhe foi negada. Os pais podem fazer graça em relação aos planos e o futuro de suas crianças, no entanto, seria óbvio que as crianças não acham esses planos tão interessantes. É claro que temos expectativas para nossos filhos, esperamos que eles sejam honestos, justos, correctos etc. Mas nós não podemos ditar o temperamento, talento ou interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clonar uma criança para reencarnar outra, nada mais é do que uma distorção grotesca das expectativas paternas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116203754419241159?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116203754419241159/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116203754419241159' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116203754419241159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116203754419241159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/10/clonagem-no-capaz-de-mudar-fatalidade.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116127721013487094</id><published>2006-10-19T09:33:00.000-07:00</published><updated>2006-10-19T10:00:10.153-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/1600/Imagem%20057.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/320/Imagem%20057.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A miúda com cara de Lobo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Supatra Sasuphan, uma rapariga tailandesa de 6 anos e , também, a última pessoa que se conhece com Síndrome de Ambras. Esta menina sofre de um crescimento anormal de pêlos com 10 centímetros em todo o corpo, excepto nas palmas das mãos e dos pés.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Os médicos que estão a estudar esta doença, creêm que a mutação está no cromossoma 8. Mas mesmo que esteja, a descorta de um tratamento eficaz ainda pode estar muito distante. Esta doença é mesmo muito rara, pelo que só acontece em 1 em cada 10 mil milhões de bebés. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Supatra está a surpreender o mundo, não pela sua esquisita doença, mas pelo modo como lida com ela. "Diverte-me muito pregar sustos aos meus colegas", afirma ela. Muitos dos seus amigos compreendem e muitos deles também apresentam posturas cruéis.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Antigamente as pessoas que sofriam desta anomalia eram exploradas nos circos e rejeitadas pela comunidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Um doente que ficou para a história foi Petrus Gonsalvus, uma vez que a sua doença serviu-lhe a protecção do rei da França&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116127721013487094?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116127721013487094/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116127721013487094' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116127721013487094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116127721013487094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/10/mida-com-cara-de-lobosupatra-sasuphan.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116068404525470022</id><published>2006-10-12T12:59:00.000-07:00</published><updated>2006-10-12T15:03:03.686-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Doenças Resultantes De Mutações Genéticas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;1-ANEMIA FALCIFORME&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é e pelo que é causada…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A presença ou não da anemia falciforme é determinada geneticamente. Em indivíduos normais, as células de transporte d&lt;a href="http://www.imtsp.fm.usp.br/HEMACIA2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.imtsp.fm.usp.br/HEMACIA2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e gases, hemácias, têm forma arredondada côncava e flexível, e possuem em si moléculas de hemoglobina, ou hemoglobina normal, que é responsável por fazer as ligações gasosas. Essa constituição permite que essas células consigam executar sua função mesmo através dos mais finos capilares. A formação dessa hemoglobina, determinada por um par genético, muda nos indivíduos falciformes. Neles, há a presença de ao menos um gene mutante, que leva o organismo a produzir a hemoglobina S. Essa hemoglobina apresenta, em sua cadeia, uma troca de aminoácidos (um ácido glutânico é substituído por uma valina). Ela consegue transportar o oxigénio mas, quando o oxigénio passa para os tecidos, as molécu&lt;a href="http://alwaysbombating.bravehost.com/purewhite.jpg"&gt;&lt;/a&gt;las da sua hemoglobina se aglutinam em formas gelatinosas de polímeros, também chamadas tactóides, que acabam por distorcer as hemácias, que tornam-se duras e quebradiças devido às mudanças na sua membrana. Estas hemoglobinas S são de um físico comprido e não conseguem passar nos capilares.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;CONSEQUÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As hemácias não conseguem atravessar os vasos de menor calibre e oxigenar os tecidos. O que provoca sérios problemas como os seguintes sintomas. Esta doença pode até causar a morte. SINTOMAS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Crises dolorosas: dor em ossos, músculos e juntas associadas ou não a infecções, exposição ao frio, esforços, etc;&lt;br /&gt;- Palidez, cansaço, interícia (cor amarela visível principalmente no branco do olho);&lt;br /&gt;- Úlceras (feridas) nas pernas;&lt;br /&gt;- Nas crianças pode haver inchaço muito doloroso nas mãos e nos pés. Pode haver também sequestro de sangue no baço, causando palodez muito acentuada, ás vezes desmaios e aumento do baço;&lt;br /&gt;- Maior tendência a infecções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INCIDÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A anemia falciforme é bastante comum em negros .Cerca de 6 a 10% dos negros americanos são heterozigotos para HbS. Estima-se que 5% de toda população mundial seja portadora de algum distúrbio de hemoglobina.&lt;br /&gt;Os pais que apresentam o traço falciforme tem 25% de possibilidade de gerar filhos com anemia falciforme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não existe tratamento eficaz quanto à doença primária. Recomenda-se a ingestão de ácido fólico (necessário à produção de novas hemácias), a presença de uma dieta balanceada e que o indivíduo doente evite situações que facilitem o desencadeamento de crises. São realizadas transfusões para crises hemolíticas ou aplásticas agudas e soro. Durante crises, também pode ser administrado soro para diminuir a viscosidade sanguínea. Deve-se evitar suplementos de ferro pois esse tende a se acumular no organismo, e o excesso pode desencadear outros problemas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2-ALBINISMO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas de pele clara e rosada, olhos azul acinzentados ou róseo-claros e cabelos esbranquiçados sofrem de albinismo, uma patologia congénita em que os pais, não necessariamente albinos, são portadores do gene causador da doença. Albinismo é a ausência, por vezes total do pigmento melanina na pele, no cabelo e nos olhos.&lt;br /&gt;O albinismo óculo-cutâneo (ausência total do pigmento melanina) caracteriza-se por uma acentuada hipopigmentação da pele, cabelos e olhos. A pele é muito branca e desenvolve eritemas intensos em resposta à exposição ao sol. O cabelo é branco ou meio amarelado. Os olhos não têm pigmento na coróide nem na retina, e a íris é diáfana, em geral azul-acinzentada. As pupilas são às vezes vermelhas nas crianças, mas nos adultos são sempre negras.&lt;br /&gt;Os albinos apresentam grande susceptibilidade ao cancro da pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAUSAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A doença decorre de um bloqueio incurável da síntese de melanina devido à ausência da enzima tirosinase nos melanócitos os quais estão, entretanto, presentes em número normal, mas são incapazes de produzir o pigmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INCIDÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O albinismo óculo-cutâneo tirosinase-positvo ocorre com uma frequência aproximada de 1/40000 entre caucasóides e de 1/15000 entre negros americanos; o albinismo tirosinase-negativo ocorre com frequência de 1/40000 (brancos) e de 1/30000 (negros).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/1600/O.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/200/O.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Albinismo parcial: de herança autossômica dominante, caracteriza-se pela ausência de pigmentação em zonas bem delimitadas da pele ou do cabelo, sem comprometimento do globo ocular;&lt;br /&gt;• Albinismo ocular: condicionado por gene recessivo localizado no cromossomo X e no qual a pigmentação da pele e do cabelo normal, porém a melanina do epitélio pigmentar da retina está ausente.&lt;br /&gt;De uma forma geral, não há meios de prevenir o albinismo. Casais de famílias com histórico da doença devem passar por um trabalho de aconselhamento genético par evitar que seus filhos nasçam albinos. Não são necessários testes para diagnosticar o albinismo, pois seus sintomas são bem visíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;v Pele pálida, cabelo branco e olhos cor-de-rosa.&lt;br /&gt;v A visão e afectada, estas pessoas vêem mal&lt;br /&gt;v Sensíveis ao sol e por consequência queimaduras solares que podem desencadear um cancro na pele, devido à inexistente melanina que protege a pele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;CONSEQUÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A doença, de forma alguma, modifica ou diminui a expectativa de vida dOS seus portadores, mas o quotidiano de quem tem albinismo é limitado por causa da intolerância à luz solar. O cancro de pele e a cegueira são as maiores ameaças para estas pessoas, o que exige um monitoramento constante destes riscos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não há tratamento para esta doença, apenas os cuidados com o sol podem ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;3-DFT (demência frontotemporal)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mutações no gene “progranulina” causam demência frontotemporal (DFT) a função da progranulina desempenha um papel importante na sobrevivência dos neurónios. A progranulina é, também um tipo de proteína conhecida como factor do crescimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Causas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta doença neurodegenerativa é causada por uma mutação no gene progranulina, no cromossoma 17. O excesso de produção progranulina tem sido associado ao cancro e a esta doença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Incidência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, as mutações podem se iniciar nas pessoas tão precocemente, como em torno dos 50 anos, quanto tardiamente, ao redor dos 90 anos. Apenas uma coisa é praticamente certa: quem quer que desenvolva uma mutação do gene progranulina irá desenvolver uma demência frontotemporal em algum momento de sua vida, se viver o suficiente. A DFT é um conjunto de distúrbios cerebrais, que afectam os lobos frontais e temporais do cérebro, que controlam a personalidade e a fala. A doença pode afectar uma dessas funções ou as duas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas e Consequências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando ela ocorre, os pacientes podem apresentar um comportamento apático ou desinibido e uma perda progressiva da auto-consciência. Eles também podem perder a habilidade de juntar palavras para formar frases coerentes. A capacidade de falar reduz-se e os pacientes podem ficar mudos. Entretanto, os pacientes podem manter a memória até um estado mais avançado da doença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As mutações não só revelam o mecanismo que causa a doença, mas também apontam para o potencial da cura. Ou seja, a reposição da progranulina é o método terapêutico. Isto poderá ser possível através da terapia genética. Ou, ao entender o processo que regula a expressão da progranulina, os pesquisadores podem encontrar maneiras de aumentar a produção, a partir da cópia sobrevivente do gene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;4-SÍNDROME DE MARFAN&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O que é e a sua causa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Síndrome de Marfan é uma doença hereditária do tecido conjuntivo que afecta cerca de 1 em cada 10.000 pessoas e é caracterizada por anormalidades dos olhos, ossos e sistema cardiovascular e outros. As alterações nestes órgãos inclui dentre os vários problemas: miopia, descolamento da retina, hipermobilidade das articulações, estatura elevada, dedos longos (aracnodactilia), desvio da coluna, e lesões da artéria aorta.O padrão de herança é autossômico dominante e a base genética na maioria dos casos consiste na mutação de um gene situado no cromossoma 15, a fibrilina, importante componente na formação das fibra&lt;a href="http://www.cardiologiapertutti.org/Immagini/Marfan%20-%2002.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 129px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px" height="241" alt="" src="http://www.cardiologiapertutti.org/Immagini/Marfan%20-%2002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s elásticas. A produção anormal desta glicoproteína resulta em fibras elásticas anormais produzindo as alterações que caracterizam a síndrome. As doenças cardiovasculares estão presentes na maioria dos pacientes, sendo a lesão da aorta a principal manifestação. Esta pode se apresentar inicialmente por dilatação da sua raiz e do seu anel valvar (no local de origem da artéria aorta no coração), levando a insuficiência aórtica progressiva, normalmente acompanhada de regurgitação da válvula mitral. Estas alterações favorecem a dilatação das cavidades cardíacas esquerdas, cujo tecido conjuntivo intersticial é igualmente afectado (estrutura interna que dá sustentação ao músculo cardíaco).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas são muitas vezes depressões, inquietações e aflições; as pessoas com este problema têm dificuldade em concentrar-se e aprender. A saúde é afectada física e mentalmente. Apresenta falta de apetite, redução do interesse sexual, do interesse no trabalho e no lazer, sintomas que persistem por algumas semanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;5-PORFIRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O que é e a sua causa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos humanos, porfirinas são os principais precursores do heme (um componente essencial da hemoglobina, mioglobina e citocromo).Deficiências nas enzimas da cadeia de síntese da porfirina levam a uma produção insuficiente de heme. No entanto, esse não é o maior problema, pois mesmo uma actividade enzimática pequena pode levar à produção de heme suficiente. O principal problema é o acúmulo das porfirinas, que são tóxicas em altas concentrações nos tecidos. Características bioquímicas desses intermediários e o local de sua produção, determinarão em que tecido serão acumulados, se são fotossensíveis e como serão excretados (na urina ou nas fezes). A porfiria é uma explicação utilizada para a origem dos mitos dos vampiros e lobisomens pelas similaridades entre a condição e o folclore.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A porfiria é diagnosticada através de testes no sangue, urina e fezes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As porfirias hepáticas afectam primariamente o sistema nervoso central, resultando em dores abdominais, vómitos, neuropatia aguda, convulsões e distúrbios mentais, incluindo alucinações, depressão, paranóia e ansiedade. Se houver acometimento do sistema nervoso autónomo, pode ocorrer taquicardia e outras arritmias cardíacas e constipação. A dor pode ser severa e pode apresentar-se em quadro agudo ou crónico.&lt;br /&gt;As porfirias eritropoiéticas afectam primariamente a pele, levando a fotossensibilidade, bolhas, negras na pele e gengivas e aumento da pilificação (crescimento de pêlos) em áreas como a fronte.&lt;br /&gt;Em algumas formas de porfiria, o acúmulo de precursores do heme excretados pela urina podem mudar sua cor, após exposição ao sol, para um vermelho escuro, ocasionalmente até um tom de púrpura. Também pode haver acumulação dos precursores nos dentes e unhas, levando a uma coloração avermelhada dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAUSAS DOS ATAQUES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os ataques da doença podem ser desencadeados por drogas (como barbitúricos, álcool, anticoncepcionais orais, sedativos e alguns antibióticos), ou agentes químicos, certos alimentos, exposição ao sol e até o jejum.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O tratamento mais usual chama-se porfiria aguda intermitente que consiste em:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="Porfiria_Aguda_Intermitente"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-Uma dieta rica em hidratos de carbono é geralmente recomendada; em ataques severos, infusão de solução hipertónica de glicose (até de 50%) é iniciada, o que pode interromper a crise ou auxiliar na recuperação. Se as drogas causaram o ataque, cessar o uso da substância é essencial. A infecção é uma das causas mais comuns de ataques e requer tratamento vigoroso. A dor é extremamente severa, quase sempre requer o uso de opiáceos para reduzi-la a níveis toleráveis e muitas vezes é confundida com o vício por opiáceos. A dor deve ser tratada tão cedo quanto medicamente possível devido à sua severidade. As náuseas podem ser difíceis e resistentes a medicações. Banho/imersão em água quente pode reduzir as náuseas temporariamente, embora os cuidados devem ser tomados para evitar queimaduras e quedas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;6-DOENÇA DE GAUCHER&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A doença de Gaucher é uma doença genética relacionada com o metabolismo dos lípidos. É causada por uma deficiência na enzima glucocerebrosidase, que leva à acumulação do seu substrato, um glucocerebrosídeo. A doença foi descrita na tese de doutoramento de Philippe Ernest Gaucher em 1882.&lt;br /&gt;Os sinais e sintomas variam de indivíduo para indivíduo. As principais características observadas são um aumento do fígado e do baço, anemia, diminuição do número de plaquetas e doenças ósseas. Afecta 1 em cada 50.000 a 100.000 indivíduos. A doença é herdada de uma forma autossómica recessiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7-SÍNDROME XYY&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A síndrome XYY é uma aneuploidia dos cromossomas sexuais, onde um humano do sexo masculino recebe um cromossoma Y extra em cada célula, ficando assim com um cariótipo 47,XYY. A síndrome XYY também é designada como trissomia XYY, aneuploidia 47,XYY ou síndrome do super-macho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;8-SÍNDROME DE COCKAYNE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A síndrome de Cockayne é uma doença hereditária rara. Os pacientes afectados têm um excesso de sensibilidade à luz solar, têm estatura reduzida e sofrem de envelhecimento prematuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;9-ALCAPTONÚRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alcaptonúria é uma doença genética (autossómica recessiva) rara, que afecta o metabolismo da tirosina. Uma das características distintivas desta doença é a particularidade da urina se tornar escura após várias horas de exposição ao ar. Esta doença é causada pela deficiência da enzima oxidase do ácido homogentísico que converte este ácido em maleilacetoacético. O seu gene está localizado no braço longo do cromossoma 3. Esta doença é característica por artrite aguda, urina escurecida, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116068404525470022?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116068404525470022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116068404525470022' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116068404525470022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116068404525470022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/10/doenas-resultantes-de-mutaes-genticas.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116016941931175910</id><published>2006-10-06T14:06:00.000-07:00</published><updated>2006-10-06T14:19:17.776-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Dois americanos conquistam o Prémio Nobel de Medicina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/1600/notcont3343.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/320/notcont3343.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dois americanos, Andrew Z. Fire e Craig C. Mello, foram anunciados nesta segunda-feira (02/10/06) como os vencedores do prémio Nobel de Medicina pelas suas descobertas sobre a informação genética.&lt;br /&gt;"Os premiados com o prémio Nobel deste ano descobriram um mecanismo fundamental para controlar o fluxo da informação genética", afirmou o júri.&lt;br /&gt;Os trabalhos referem-se ao RNA (ácido ribonucleico), que serve como intermediário na circulação da informação genética do DNA às proteínas.&lt;br /&gt;Os dois cientistas americanos descobriram um mecanismo, chamado "interferência RNA", que permite bloquear certos genes, o que poderia levar ao desenvolvimento de novas terapias, segundo o comité Nobel.&lt;br /&gt;Fire, nasceu em 1959, é professor de Patologia e Genética na Universidade de Stanford (Califórnia). Mello, nasceu em 1960, é professor de Medicina Molecular na Universidade de Massachusetts.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116016941931175910?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116016941931175910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116016941931175910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116016941931175910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116016941931175910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/10/dois-americanos-conquistam-o-prmio.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-116007870468262867</id><published>2006-10-05T12:23:00.000-07:00</published><updated>2006-10-05T13:10:21.043-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/1600/transcricao[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/200/transcricao%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O Processo da Transcrição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as informações sobre a constituição de um ser vivo, seja uma bactéria ou um mamífero, estão contidas no DNA. Entretanto, o código genético de determinada espécie não se expressa directamente na forma de uma proteína. Por isso, essa mensagem tem de ser inicialmente transcrita do DNA para o RNA mensageiro.&lt;br /&gt;Para que ocorra o processo de transcrição é necessária a presença de uma enzima - a RNA polimerase. Esta enzima reconhece o sítio de iniciação do gene, identifica a cadeia do DNA em que está contido e inicia a transcrição. A adenina faz par com o uracilo (uma vez que a molécula de RNA tem esta base em vez da timina), a timina do DNA faz par com a adenina, citosina com guanina e guanina com citosina.&lt;br /&gt;Os nucleotídeos de RNA unem-se pelo fosfato e pela ribose. À medida que a molécula de RNA vai sendo construída e se afasta da cadeia activa do DNA que serviu de molde, a molécula de DNA reconstitui-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-116007870468262867?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/116007870468262867/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=116007870468262867' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116007870468262867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/116007870468262867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/10/o-processo-da-transcrio-todas-as.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34810932.post-115920370053556938</id><published>2006-09-25T08:45:00.000-07:00</published><updated>2006-09-28T09:58:26.576-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/1600/dna_cpk_lg[1].2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2016/3828/200/dna_cpk_lg%5B1%5D.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cada ser vivo possui um DNA que difere de ser para ser. Esse DNA é quase que um rótulo único que nos caracteriza e tem um grande papel na nossa identificação, no entanto, este não é o único factor que nos determina.&lt;br /&gt;O DNA encontra-se no núcleo celular e é formado por quatro nucleótidos diferentes, que formam uma estrutura semelhante a uma escada em espiral (dupla hélice). Os nucleótidos são formados por uma base azotada, uma desoxirribose e um grupo de fosfato. O DNA apresenta quatro bases distintas, Adenina (A), Timina (T), Guanina (G) e Citosina (C). Estas bases combinam-se aos pares: adenina liga-se com a timina por meio de duas ligações de hidrogénio, enquanto a guanina liga-se com citosina por meio de três ligações de hidrogénio. A sequência de pares de bases assemelha-se aos degraus, enquanto a desoxirribose e o grupo fosfato se alternam, apresentando semelhança com o corrimão de uma escada em espiral. A dupla cadeia polinucleotídica constitui a molécula de DNA, cuja sequência de nucleótidos codifica as instruções hereditárias, organizadas em genes, que codificam as inúmeras proteínas existentes nas mais variadas células. As moléculas de DNA contêm ,portanto, a informação genética necessária para a codificação das características de um indivíduo, como a cor do cabelo em humanos, o formato da folha em plantas e a sua morfologia. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34810932-115920370053556938?l=anabiogeo11.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/feeds/115920370053556938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34810932&amp;postID=115920370053556938' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/115920370053556938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34810932/posts/default/115920370053556938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anabiogeo11.blogspot.com/2006/09/cada-ser-vivo-possui-um-dna-que-difere.html' title=''/><author><name>ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15000099665964157000</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
